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VIAGEM

Voando até Sydney – como passar tanto tempo no avião?

Em meados de 2015, logo depois de voltar da minha expedição asiática, resolvi que meu próximo passo pelo mundo seria explorar a Oceania. A ideia inicial era fazer Nova Zelândia e Austrália, passando por Nova Caledônia, Tasmânia e Fiji. Sm, mais uma expedição de alguns meses do outro lado do mundo, com aquele fuso todo complicado de sempre.

Depois de começar a planejar essa nova aventura, recebo um convite inesperado da Qantas e One and Only Resorts para descobrir Queensland, ao norte de Sydney, e sua Grande Barreira de Corais da Austrália.

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Realmente foi uma surpresa deliciosa!

Vou fazer uma série de posts, pois foram quase quinze dias de muitas descobertas e muito conteúdo, mas hoje resolvi focar no ponto inicial: a ida e a volta!

Digamos que o maior impedimento para brasileiros descobrirem a Austrália é a distância.

A melhor opção, apurada por inúmeros amigos que já fizeram a rota, é mesmo ir via Chile. De São Paulo até Sydney, com uma conexão em Santiago – Chile, são 19h40 de voo.
Realmente é um tempo gigante, então se você tiver condição de fazer um upgrade para classes mais espaçosas, eu recomendo muito!
Na ida consegui upgrade para a classe Premium Economy, intermediária entre a Econômica e Business. Ela é mais ou menos a business de algumas aeronaves intermediárias, com poltrona mais confortável e espaçosa, menu diferenciado e fila prioritária para embarque.

Na volta consegui um upgrade ainda melhor: a Business de fato!
A poltrona é muito confortável e reclina como uma cama. Além disso, possui massageador para a região da lombar, menu do Rockpool Group, do chef australiano Neil Perry, uma celebridade na Austrália, pijama de Peter Morrissey e nécessaire com produtos da australiana ASPAR by Aurora Spa e desenho de Kate Spade. Aliás, a Qantas sempre tem um apelo fashion bem grande, com seu uniforme assinado por Martin Grant, estilista australiano baseado em Paris.

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Foram muitos filmes, petiscos, sono e paciência, mas valeu! A Austrália é incrível e você vai conhecer um pouco mais aqui no JornaldamodA.

Dica importante: após cruzar o mundo por três vezes, a melhor forma de não sentir o problema da mudança de horário é mudar o relógio para o local de destino o quanto antes e tentar dormir já no horário que seria normal lá. Para ficar ainda melhor, use uma máscara para os olhos, ficando bastante tempo no escurinho. Coloque uma boa música, tome um bom drink e relaxe! Dessa vez o jet lag bateu mais forte para mim na volta, com uns dois dias acordando no meio da noite, achando que era dia.

Fotos: Paula Roschel.

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