Testando o Asgard – barriga e flancos

E lá vamos nós para mais um teste no mundo da estética!

Depois de passar pelo congelamento de gordura através do aparelho Cool Sculpting (eu contei todos os passos e resultado do método em um outro post), resolvi aceitar a proposta do pessoal do Instituto de Laser para conhecer o Asgard.

Esse aparelho também diminui a temperatura de uma região específica do corpo e visa a eliminação da gordura em até 25% já na primeira sessão. Até aí igual ao Cool Sculpting, mas com duas diferenças:
– pedi para o tratamento ser “mais leve” dessa vez
– a ponteira é “encapada” de uma forma que sua pele não vai encostar no metal que resfria a área, ou seja, mais segurança segundo os fabricantes.

testando-criolipolise-barriga

Mas como assim ” pegar mais leve”?
Quando fiz o Cool Sculpting, senti uma dor ok no momento da aplicação, mas muito desconforto e sensação de inchaço após o tratamento. Dessa vez falei para fazer a criolipolise como de costume, mas com menos pressão de sucção do aparelho, agora Asgard, pois queria ver se o resultado seria o mesmo.

E não é que foi exatamente isso que aconteceu? As vezes queremos que um tratamento seja muito intenso, até com dor, para acharmos que vai dar resultado, mas não é bem assim que as coisas acontecem.

A máquina sugou a área (fiz flancos e barriga) de uma forma que a área seria impactada pela temperatura baixa, mas sem puxar com muita pressão (é possível com o equipamento ter essa pressão extra, mas como expliquei anteriormente, eu não queria sentir dor).

Após alguns dias sentia a área um pouco sensível, mas nada absurdo, e um pouco dura. Fiz drenagem, tomei muita água e esperei até que o resultado aparecesse (um mês e meio, em média).

Resultados finais:
Funcionou e eu senti as áreas mais “enxutas” do que antes, mas na região dos flancos teve um resultado mais legal do que na barriga, local que já tinha feito outra criolipólise.
Não senti dor considerável durante ou depois, o que foi sensacional, e nem hematomas (mas isso pode acontecer, variando de paciente para paciente).

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Foto: Pixabay.